A minha antiga irritação por ser incapacitado pelos seus pensamentos sem som era fraca epálida em comparação à necessidade - e ao ódio - que me possuía agora. Eu odiava ess mulher-criança ao meu lado, a odiava com todas as forças que eu devotava ao meu antigo eu, meu amor pela minha família, meus sonhos de ser melhor do que eu era... Odiá-la, odiar o que ela me fazia sentir - isso ajudou um pouco.
sábado, 21 de novembro de 2009
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