''Oh, imortal de sangradas sagas, és tu Grêmio amor único. Dono de minhas loucuras, minha mais pura verdade. Motivo de minhas noites maldormidas, mas também de sonhos que viraram realidade. Dono de meus medos, pois quando eu partir, sem você, eu partir, o que restará de mim? Quando tudo que eu fui era muito de você e muito pouco de mim. Que eu viva em um verso, de uma canção que um gremista canta. Que eu seja parte de uma estrela, na camisa que abriga o peito de uma criança. Que eu seja esquecimento, simples lembrança branda, mas que eu continue sendo Grêmio. Hoje, amanhã e sempre.''
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