A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos. (Charles Chaplin)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Após cirurgia no joelho, Willian Magrão volta a jogar no início de outubro

Depois de 144 dias de fisioterapia, volante está em fase final de recuperação e deve reforçar o Grêmio nos últimos dez jogos do Brasileirão
É com visível impaciência que Willian Magrão conta as horas até o dia 4 de outubro, data de Grêmio x Sport, no Olímpico. Pelos cálculos do volante, uma das ausências mais lamentadas pelos torcedores, somente nesta data ele poderá jogar de novo.
Até lá, terão se passado oito meses do domingo calorento em Santa Cruz do Sul em que ele sofreu lesão do ligamento cruzado anterior do joelho direito, associada à do colateral medial. Foram 144 dias só de fisioterapia. Ou 864 horas entre as quatro paredes do vestiário, tendo como única companhia Mithyuê, que havia sofrido lesão semelhante.
– Foi o dia mais triste da minha vida – diz Magrão, ao recordar o lance em que subiu para cabecear uma bola e, na descida, sentiu “um estalo”, quando seus 81 quilos apoiaram-se sobre o joelho direito. Na hora, percebeu que o pior havia acontecido.
A cirurgia só ocorreu no dia 6 de março. Antes, os médicos precisaram realizar tratamento conservador para a lesão do ligamento medial.
– O que mais me incomodou foi ficar fora da Libertadores. E, claro, a forte dor que sentia nos primeiros dias – conta Magrão.
Fora da Libertadores, o volante também viu passar a chance de entrar nos planos de algum clube da Europa, como havia acontecido antes com Rafael Carioca. Juntos, os dois haviam formado a melhor dupla de volantes do Brasileirão anterior. 
Em compensação, aprendeu a arte da resignação. O tratamento era feito, em média, seis dias por semana, incluindo sábados, domingos e feriados. Para que o jogador não perdesse o convívio com os colegas, o fisioterapeuta Henrique Valente, nove anos de clube, o convocava para a fisioterapia mesmo em dias de jogo.
– A tecnologia com que o Grêmio trabalha nos mostra que ele ainda precisa adquirir mais força. Por isso, o retorno será gradual – explica Valente, referindo-se ao aparelho isocinético que mede o equilíbrio muscular e a potência dos jogadores.
Não tem problema. Ainda pego umas dez partidas do campeonato – garante Magrão.
Fonte: globoesporte.com

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