* Essa dor que tu sentes esse sentimento que te desliga do mundo, que te coloca em contato apenas com mil fantasmas, mil medos e mil coisas que tu não querias ver... Não foi feita pra te derrubar. Ela existe apenas pra ilustrar a quantidade de passado que estamos colocando na mesma sacola. Nosso passado. Ela existe apenas pra te lembrar o quanto de história nós vivemos, caso venhas a esquecer tudo isso, novamente. Eu sinto a mesma dor, mas foi de tanto sentir que aprendi as coisas que hoje te escrevo. Aprendi que é ela, a dor, quem te faz ser importante. É ela, a dor, que cresce exponencialmente todo dia, pra que haja espaço pra ti dentro de mim, quando ela vai embora (mas nunca é pra não mais voltar). E quando teus olhos brilharem perto de mim o bastante para te alcançar com meus braços, tu vais esquecer a dor, a espera que machuca as coisas tu fizeste achando que iria me agredir, e todas as feridas serão curadas. Um novo coração pra sentir tudo aquilo de novo, só que de forma mais intensa, mais duradoura, mais viva. A dor, sua mais nova amiga.
* Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada centímetro do teu sorriso que me dá vontade de chutar a porta que dá pra rua e sair correndo, sem saber onde fica a minha casa. Há algo que me priva de usar todas as artimanhas que eu colecionei, que me faz esquecer todas as minhas frases de efeito e que faz com que tudo que eu faça/diga pareça de uma imbecilidade infantil.
* Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada palavra que tu me apontas, que sopra em meu ar essas bolhas de sabão. A trajetória dessas pequenas bolsas de ar é tão imprevisível, tão frágil, que eu fico com medo de tocá-las. E são tantas, essas bolhas, que eu não sei atrás de qual delas eu vou correr. Aí eu fico parado, te não-ouvindo, te não-olhando e, sempre, invariavelmente, não sorrindo.
* Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada centímetro do teu sorriso que me dá vontade de chutar a porta que dá pra rua e sair correndo, sem saber onde fica a minha casa. Há algo que me priva de usar todas as artimanhas que eu colecionei, que me faz esquecer todas as minhas frases de efeito e que faz com que tudo que eu faça/diga pareça de uma imbecilidade infantil.
* Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada palavra que tu me apontas, que sopra em meu ar essas bolhas de sabão. A trajetória dessas pequenas bolsas de ar é tão imprevisível, tão frágil, que eu fico com medo de tocá-las. E são tantas, essas bolhas, que eu não sei atrás de qual delas eu vou correr. Aí eu fico parado, te não-ouvindo, te não-olhando e, sempre, invariavelmente, não sorrindo.
(Lucas Silveira. /beeshop)

7 Comments:
'Não, eu não sou tão viciada em Fresno assim'. UHISAUHSIAUHUISAUIHHSAHSUIHAUIIUSHASAI. Não, só no Lucas né ? E o Bell ?
UIAHUISAUISHAUIHSUAIHSUIAHSUIAI.
Te amo amor.
Bjoo
Betto ! Não começa vai. Até aqui tu vai me encher o saco por causa da Fresno ? Eu gosto sim e daí ? O Lucas escreve muito³.
AAAH, o Bell *-*
Te amo, seu chato !
Mas eu nem tô fazendo nada, Keila. IHAIUSUAIHAIHUSIHSUIAUISHUIAHSUIAHUISHUIAHSUI.
Sério. Tu é muito viciada nesses caras !
Bjoo
AAAH, vsf Betto :x.
Não sou viciada neles tá. Só gosto. Qual o problema ?
E tu, que é viciado em mim, heein ?!
Bobão :P
Ah, sou mesmo. Não nego. Você é a minha vida. UHISAUSHUIAHSAUISHUIAHISHA
Eu ainda caso ctg, pode escrever.
Falando sério agr, tá muito legal aki. Parabéns.
EU TE AMO, minha viciadinha em Fresno, hehe
♥♥♥
Tá, vou postar mais uns trechos do Lucas agr.
E obg *-*. Eu tb adoro meu blog, UISHAUIHSUAHUI.
Te amo, seu chato. Bjoo
P.S.: Você tb é minha vida !
Eu já sabia disso. Posta logo vai.
Te amo, bjoo
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